A eleição para a escolha da nova diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) vai para o segundo turno. A apuração dos votos começou na madrugada desta quarta-feira (09) no ginásio da Associação dos Funcionários.

Quatro chapas estão na disputa, mas somente três delas têm chances de vencer a disputa, isso porque houve um problema no lacre de uma das urnas, por isso a votação correspondente a ela terá que ser refeita no máximo em dez dias.

A urna que apresentou o problema foi a de número 5, que foi responsável pela coleta dos votos dos servidores da Maringá Previdência. Ao todo, 558 servidores filiados estavam aptos a votar nesta urna, sendo a segunda maior em número de votantes.

Segundo o Estatuto do Sismmar, uma nova votação é necessária quando o número de votos da urna anulada é superior à diferença entre as duas chapas mais votadas. Como a disputa entre as três chapas mais votadas até o momento é inferior a 558 votos, uma nova eleição vai ser realizada para os servidores que votam nessa urna.

“A participação foi de mais de 60% dos servidores aptos a votar, um percentual muito bom para uma eleição em que não há a obrigatoriedade do voto” afirmou Elizeu Mortean, presidente da comissão de eleição.

Com a apuração de 28 das 29 urnas, a parcial até o momento é de:

1º – Chapa 2 (Priscila Guedes e Carlos Alberto Máximo): 1171 votos
2º – Chapa 1 (Iraídes Baptistoni e Carlinhos Specian): 1151 votos
3º – Chapa 4 (Moisés Rebouças e Cibele Campos): 987 votos
4º – Chapa 3 (Tom Martins e José Ademir Fraiman): 245 votos

As 28 urnas validadas somaram 3.659 votos, sendo 3.554 votos válidos (descontados os 58 votos nulos e 47 em branco). A Eleição do Sismmar tem votação em cédulas de papel. Estavam aptos a votar 5.520 servidores municipais filiados. O segundo turno vai acontecer em data ainda a ser definida.

Apuração

 

Com informações da Assessoria Sismmar